Três vídeos com o Thomas, todos no território técnico dele: obra, material, custo, prazo, trajetória. Presença mínima, alta verdade. Cada aba abaixo é um vídeo, no formato horizontal de 2 a 3 minutos com os cortes pra rede social marcados. A última aba é um roteiro de perguntas: se o Thomas não conseguir seguir o texto, o videomaker conduz por entrevista e extrai as respostas prontas pra usar.
Eu sou o Thomas, sou engenheiro e toco a parte de obra aqui na Consteb.
A gente fundou a Consteb em 2016. E não começou bonito, começou difícil. A gente fazia obra com financiamento, do tipo que passa pelo crivo dos bancos mais exigentes do mercado.
Esse tipo de obra é uma escola. Ninguém perdoa erro. Acabamento, prazo, custo, está tudo medido, tudo cobrado. Foi ali que a gente aprendeu a construir de verdade.
tom de quem mostra o que fez, sem vender
Em quase dez anos a gente passou de cinquenta milhões em contratos. Ganhou selo de qualidade, selo de produtividade. Tem obra nossa que eu levo a minha família pra ver com orgulho, como o Vignoli.
Eu não sou homem de propaganda. Sou engenheiro. O que eu sei mostrar é obra em pé, bem feita, entregue no prazo.
O Unique é um passo novo pra gente. Durante anos a gente construiu pra entregar pra um banco. Agora a gente está construindo pra família morar.
São seis casas. Só isso. Eu acompanho cada uma como se fosse a minha.
Estrutura de concreto, esquadria de alumínio e vidro, madeira, pedra natural. Material de verdade, que aguenta o tempo e aguenta o mar.
O que eu garanto é o que eu sei garantir. Obra bem feita, no prazo, com o custo certo, e a gente do lado do cliente quando precisar. Quem já trabalhou comigo sabe que é assim.
Eu aprendi numa obra antiga uma coisa que não esqueço: sem o parceiro certo, não tem técnica que resolva. Por isso eu só entro num projeto desse com gente em quem eu confio.
Isso aqui a gente não fez pra impressionar ninguém. Fez pra durar. Pra envelhecer bem, e pra daqui a dez anos ainda estar bonito.
Pra mim, sinceramente, é uma honra construir isso.
Fecha no Thomas em silêncio depois da última fala, ou num close sóbrio do rosto. Sem CTA de venda. Cartela final discreta com a assinatura da Consteb.
"Isso aqui a gente fez pra durar. Pra envelhecer bem."
Eu sou o Thomas, engenheiro e sócio da Consteb.
Todo mundo sonha com casa de frente pro mar. Mas quase ninguém pensa no que o mar faz com uma casa.
Construir na beira da praia é mais difícil do que construir na cidade. E quem não leva isso a sério entrega uma casa que começa a se desfazer em dois, três anos.
O nome disso é maresia. É o sal que vem do mar no ar, o tempo todo, de dia e de noite.
Esse sal ataca tudo. Enferruja metal, descasca pintura, racha reboco, come esquadria barata. Na cidade demora pra aparecer. Na beira do mar, aparece rápido.
Por isso material que serve lá dentro não serve aqui. Parece igual na loja, mas não aguenta o mesmo.
No Unique a gente escolheu material pensando no mar, não no orçamento.
Estrutura de concreto bem feita, que é o que dá vida longa pra casa. Esquadria de alumínio com vidro, que não enferruja como o ferro. Madeira tratada e pedra natural, que envelhecem bem com o tempo em vez de estragar.
Nada disso aparece numa foto bonita. Mas é o que faz a casa durar depois.
A parte mais importante de uma obra na praia é a que ninguém vê no dia da entrega.
No dia da entrega, toda casa está bonita. A diferença vem cinco, dez anos depois. Uma continua inteira, a outra começa a dar problema.
É nessa parte que eu não abro mão. Porque quem compra uma casa dessa quer passar vinte anos ali, não dois.
São seis casas. Eu acompanho cada uma pensando em como ela vai estar daqui a muitos anos, com a família dentro.
O Unique eu construí pra ficar. Pra aguentar o mar, e pra envelhecer bem.
Fecha no Thomas em silêncio, ou num close sóbrio do rosto. Sem CTA de venda. Cartela final discreta com a assinatura da Consteb.
"O Unique eu construí pra ficar. Pra aguentar o mar, e pra envelhecer bem."
Eu sou o Thomas, engenheiro e sócio da Consteb. A gente fundou a empresa em 2016.
E eu vou ser honesto com você: a Consteb não nasceu construindo alto padrão. Nasceu construindo habitação popular, com financiamento de banco.
Muita gente torce o nariz pra esse tipo de obra. Comigo é o contrário. Foi a melhor escola que eu podia ter.
Obra financiada por banco passa pelo crivo dos órgãos mais exigentes do mercado. Cada metro é medido, cada custo é conferido, cada prazo é cobrado. Ninguém perdoa erro.
A gente passou de cinquenta milhões em contratos assim. Ganhou selo de qualidade, selo de produtividade. Aprendeu a construir com disciplina e entregar certo.
Eu não sou homem de propaganda. Sou engenheiro. O que eu sei mostrar é obra em pé.
Tem obra nossa que eu levo a minha família pra ver com orgulho, como o Vignoli. Está lá, entregue, funcionando. Isso pra mim vale mais que qualquer discurso.
Depois de dez anos fazendo isso, a gente decidiu subir de patamar. Não porque enjoou, mas porque estava pronto.
A mesma disciplina que faz uma obra popular fechar a conta certinha é a que faz uma casa de alto padrão durar. Muda o material, muda o acabamento. O cuidado com custo e com prazo é o mesmo.
O Unique é o primeiro passo dessa virada. A primeira vez que a gente para de construir pra entregar pra um banco e constrói pra família morar.
São seis casas. E atrás de cada uma tem dez anos de obra, de erro corrigido, de cliente atendido.
A gente não está começando agora. A gente está fazendo, no alto padrão, o que já sabe fazer há dez anos.
Fecha no Thomas em silêncio após a última fala, ou num close sóbrio. Sem CTA de venda. Cartela discreta com a assinatura da Consteb.
"A gente está fazendo, no alto padrão, o que já sabe fazer há dez anos."
1.Me conta como a Consteb começou. Não a versão bonita, a real.
Puxa: "não começou bonito, começou difícil". A origem em habitação popular com financiamento de banco.
2.Que tipo de obra vocês faziam no começo, e o que isso te ensinou?
Puxa: obra financiada é escola, "ninguém perdoa erro", disciplina de custo e prazo. Base do vídeo 03.
3.Tem alguma obra entregue que você tem orgulho de mostrar? Por quê?
Puxa: o Vignoli, "obra em pé é a minha propaganda", os selos, os +50 milhões em contratos.
4.Depois de dez anos fazendo isso, por que decidir construir alto padrão só agora?
Puxa: a virada, "não porque enjoou, porque estava pronto", a mesma disciplina num patamar novo.
5.O que muda quando você constrói na beira do mar em vez de na cidade?
Puxa: é mais difícil, tem a maresia, material que serve na cidade não aguenta o mar. Abertura do vídeo 02.
6.O que é maresia, e o que ela faz com uma casa mal feita?
Puxa: o sal no ar dia e noite, enferruja, descasca, come esquadria barata, "aparece rápido na praia".
7.Que material vocês escolheram no Unique pensando no mar? Por quê?
Puxa: concreto, alumínio e vidro, madeira tratada, pedra natural. "Material pensando no mar, não no orçamento."
8.Tem coisa numa obra que decide se a casa dura vinte anos e que ninguém vê no dia da entrega?
Puxa: qualidade invisível (estrutura, fundação), "no dia da entrega toda casa tá bonita, a diferença aparece dez anos depois".
9.Se um amigo fosse comprar casa de praia, o que você mandaria ele perguntar pra construtora?
Puxa: equipe própria ou terceirizada, pós-obra, prazo. Educa o público e blinda a favor da Consteb sem vender.
10.Quantas casas são no Unique, e como você acompanha cada uma?
Puxa: "são seis casas, acompanho cada uma como se fosse a minha".
11.O que você garante pra quem compra uma casa dessas?
Puxa: obra bem feita, no prazo, com o custo certo, e a Consteb do lado do cliente quando precisar.
12.Você já viu obra dar errado mesmo com boa técnica. O que faltava?
Puxa: o aprendizado da parceria, "sem o parceiro certo não tem técnica que resolva", por que ele entra pela confiança.
13.O que você sente construindo o Unique?
Puxa: o sentimento-âncora dele, gratidão e honra. "Pra mim é uma honra construir isso."
14.Se o Unique coubesse numa frase só, qual seria?
Puxa: o soundbite de fechamento. "O Unique eu construí pra ficar." / "Fez pra durar, pra envelhecer bem."