Eu sou o Ricardo. Na Consteb, quem cuida das áreas sou eu. Faz muito tempo que eu trabalho com terreno, e isso vicia: eu olho qualquer lugar e já penso o que dá pra fazer ali.
Antes de qualquer obra existir, alguém precisa olhar a terra. E olhar terra na Enseada não é olhar preço. É entender por que aquele pedaço vale o que vale.
Tem terreno barato que não vale nada, e tem terreno caro que é uma pechincha. A diferença está em enxergar o que ninguém vê de primeira: o sol, o vento, a vista, o que pode ser construído ali e o que não pode.
Aqui a conta é simples de entender e difícil de conseguir. A faixa boa da Enseada já está quase toda ocupada. O que aparece pra construir, aparece pouco, e some rápido.
Quem chegou cedo, garantiu. Quem está chegando agora, disputa.
gesto de quem explica
Esse terreno do Unique a gente não comprou no impulso. A gente olhou com calma. A relação com o mar, o tipo de vizinhança em volta, o que dava pra construir sem forçar o lugar a ser o que ele não é.
Tudo bateu. Por isso eu digo, com tranquilidade, que a localização foi a primeira coisa que a gente acertou.
Obra boa em lugar errado não existe. O resto da casa vem depois da terra.
E essa terra, a gente acertou.
Fecha no Ricardo em silêncio, ou num close sóbrio dele falando. Sem CTA, sem regressiva. Cartela discreta com a marca do Unique ou a assinatura da Consteb.
"Obra boa em lugar errado não existe. O resto vem depois da terra."